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domingo, 21 de agosto de 2016

Santa Missa de Crisma

Depois de uma intensa preparação 43 jovens e adultos da nossa comunidade foram crismados em Missa presidida pelo Arcebispo (Rito Romano) da Arquidiocese de Juiz de Fora, MG; Dom Gil Antônio Moreira.

 

























 









































































































quinta-feira, 11 de agosto de 2016

15 de agosto
Padroeira da nossa eparquia nossa senhora do paraíso (São Paulo e todo o brasil)

DormIção da Santíssima Virgem Maria
A última grande festa do ano litúrgico bizantino
(que nos Minéa termina no dia 31 de agosto) é mariana: Dorrnição da SS. Mãe de Deus, Kóímesis no grego e Uspénie no eslavo eclesiástico, palavras que aludem justamente ao ato de dormir. E a tradicional representação iconográfica de 15 de agosto mostra a Virgem estendida no leito de morte, rodeada para o último sono pelos apóstolos, vindos prodigiosamente dos lugares onde pregavam o evangelho, tendo ao centro Jesus Cristo que acolhe a sua alma, representada como uma menina envolta em faixas e por ele sustentada.
A partir do dia 1 de agosto, o Oriente bizantino prepara-se para a festa com um jejum (do qual também fala São Teodoro Estudita, morto no ano 826) e dado que, além da pré-festa do dia 14 de agosto, os textos litúrgicos falam do trânsito de Maria SS. ao céu até o dia 23 de agosto, pode-se afirmar que este é o mês mariano dos fiéis ortodoxos e greco-católicos.
A celebração dessa solenidade no dia 15 de agosto foi fixada com um edito do imperador do Oriente, Maurício (582-602), confirmando uma tradição, sem dúvida, mais antiga. No Ocidente, a festa foi introduzida, juntamente com outras três festas marianas, pelo papa Sérgio I, coincidindo as datas de sua celebração. Quanto ao conteúdo, o tropário principal assim sintetiza o mistério:
Tropário (1º tom).
"Em vossa maternidade conservastes a virgindade e em vossa dormição não abandonastes o mundo, ó Mãe de Deus. Foste levada para a vida sendo a Mãe da Vida, e por vossas orações resgatais nossas almas da morte."




































Logo é posto em evidência o ministério de intercessão que a Mãe de Deus e nossa desempenha após sua entrada (também corpórea) no céu. O kontákion do dia, a segunda oração mais repetida, o confirma:
Kontákion (2º tom).
"Nem o túmulo nem a morte prevaleceram sobre a Mãe de Deus, que, sem cessar, rezai por nós e permanece firme esperança de intercessão. Com efeito, aquele que habitou um seio sempre virgem assumiu para a vida aquela que é a Mãe da Vida."
Embora os evangelhos não falem sobre o fim da vida de Maria, existe uma antiga tradição patrística, com informações provindas outrossim dos apócrifos, e que está na base do Ofício litúrgico bizantino do dia 15 de agosto.
São Germano de Constantinopla, de cuja autoria é o hino das Vésperas que se segue:
"Vinde de todos os confins do universo, cantemos a bem-aventurada trasladação da Mãe de Deus! Nas mãos do Filho ela depositou a sua alma sem pecado: com a sua santa Dormição o mundo é vivificado; e é com salmos, hinos e cânticos espirituais, em companhia dos anjos e dos apóstolos, que ele a celebra na alegria."
Como nos demais textos litúrgicos bizantinos, da maioria dos hinos, que se repetem há mais de mil anos, se desconhece o nome do autor: Eis um exemplo tirado ainda do Ofício de Vésperas:
"Oh, os vossos mistérios, ó Pura! Apareceste, ó Soberana, trono do Altíssimo e nesse dia vos transferistes da terra para o céu. A vossa glória brilha com o resplendor da graça. Virgens, subi para o alto com a Mãe do Rei. ó cheia de graça, salve, o Senhor é contigo: ele que doa ao mundo, por teu intermédio, a grande misericórdia."
Entre os lugares santos venerados em Jerusalém que se relacionam ao mistério final da vida da Mãe de Deus, não existe somente a Basílica da Dormição cuidada pelos Beneditinos católicos, mas há também o Túmulo da Virgem, que está aos cuidados dos ortodoxos, próximo ao jardim do Getsêmani e onde recentes escavações confirmam que a sepultura remonta, de fato, à época em que viveu Maria Santíssima, epode ter sido o lugar de seu breve sepultamento. A tradição bizantina, claramente expressa na oração, acredita na morte e no sepulcro da Virgem, mas também na sua antecipada glorificação ao céu com o corpo e a alma, à semelhança e em virtude de quanto aconteceu ao seu divino Filho. Assim começa o texto próprio das Grandes vésperas do dia 15 de agosto:
"Ó maravilha inaudita! A fonte da vida é posta no túmulo e o sepulcro transforma-se em escada que leva ao céu. Alegra-te, ó Getsêmani, santuário sagrado da Mãe de Deus!..."
A tradição narra que o apóstolo Tomé, tendo chegado atrasado para o sepultamento da Virgem e querendo rever seu amado semblante, fez reabrir o túmulo, mas este foi achado vazio e a mesma Mãe de Deus anunciou, numa visão, que havia ressuscitado e subido ao céu junto do seu Filho divino.
Se nos textos litúrgicos da festa encontramos várias alusões à tristeza dos Apóstolos que não verão mais junto deles a Mãe de Jesus, predomina, porém, a alegria pelo triunfo da Theotókos.
"A vossa gloriosa Dormição - diz um hino das Laudes - alegrai os céus, fazei exultar a multidão dos anjos: a terra toda exulta de alegria elevando a vós um canto de adeus, ó Mãe do Senhor de todas as coisas, Virgem santíssima desconhecedora de núpcias, que libertastes o gênero humano da antiga condenação."
A festa da Dormição da Santíssima Mãe de Deus - este nome, como também a representação iconográfica permaneceu comum no Oriente e no Ocidente por mais de um milênio.
Com esta citação de um teólogo russo ortodoxo concluímos, retomando do Ofício das Vésperas bizantinas uma última invocação:

"Ó imaculada Mãe de Deus, sempre vivente com o Rei da vida e Filho vosso, rezai sem cessar para que seja conservada e salvai de toda insídia do adversário a multidão de vossos filhos, pois nós estamos debaixo da vossa proteção e vos glorificamos por todos os séculos."
O Ano Liturgico Bizantino´
Ir. Maria Donadeo.
Ed. Ave Maria

domingo, 7 de agosto de 2016

Você sabia que a Igreja Católica é constituída por 24 Igrejas autônomas?
Pois é! A Igreja Católica não se limita ao rito romano: ela é uma grande comunhão de 24 Igrejas, sendo 1 ocidental e 23 orientais

Pois é! A Igreja Católica não se limita ao rito romano. Ela é uma grande comunhão de 24 Igrejas, sendo 1 ocidental e 23 orientais.
O ramo ocidental é representado pela tradição latina daIgreja Católica Apostólica Romana. É chamado “ocidental” por conta da localização geográfica de Roma e não porque a sua presença se restrinja a países do Ocidente: na verdade, a Igreja Católica de rito romano está presente no mundo inteiro e tem dioceses em todos os continentes, de Portugal ao Japão, do Brasil à Rússia, de Angola à China, do Canadá à Nova Zelândia.
As Igrejas católicas orientais também têm fiéis espalhados pelo mundo, mas, por razões históricas, estão mais fortemente presentes nos lugares onde surgiram. Possuem tradições culturais, teológicas e litúrgicas diferentes, bem como estrutura e organização territorial própria, mas professam a mesma e única doutrina e fé católica, mantendo-se, portanto, em comunhão completa entre si e com a Santa Sé.
Todas as 24 Igrejas que compõem a Igreja Católica são consideradas Igrejas “sui juris”, ou seja, são autônomas para legislar de modo independente a respeito de seu rito e da sua disciplina, mas não a respeito dos dogmas, que são universais e comuns a todas elas e garantem a sua unidade de fé – formando, na essência, uma única Igreja Católica obediente ao Santo Padre, o Papa, que a todas preside na caridade.
A legislação de cada Igreja “sui juris” é estudada e aprovada pelo seu respectivo sínodo, ou seja, pela reunião dos seus bispos sob a presidência do seu arcebispo-maior ou patriarca. Por exemplo, a Igreja Melquita é presidida por Sua Beatitude o Patriarca Gregório III; a Igreja Greco-Católica Ucraniana, por Sua Beatitude o Arcebispo-Maior Dom Sviatoslav Shevchuk. O rebanho dos fiéis católicos de rito latino é guiado diretamente pelo Papa Francisco, bispo de Roma, que é também o líder de toda a grande comunhão da Igreja Católica em suas diversas tradições.
É muito comum até hoje, em especial no Ocidente, confundir a Igreja Católica com o rito latino, um erro que vem acontecendo há séculos e que, ao longo da história, já causou sérios prejuízos aos católicos de ritos orientais. O que é preciso entender é que todos os católicos latinos são, obviamente, católicos; mas nem todos os católicos são católicos latinos. E esta é mais uma das tantíssimas riquezas do infinito tesouro da Igreja que é Una, Santa, Católica e Apostólica!
O Concílio Vaticano II reconheceu que todos os ritos aprovados pelas Igrejas que formam a Igreja Católica têm a mesma dignidade e direito e devem ser preservados e promovidos.
Aliás, por falar em rito, outra confusão frequente é feita entre o rito latino e o rito romano: os termos costumam ser usados como sinônimos, mas, tecnicamente, além do rito romano, também existem outros ritos latinos de certas Igrejas locais, como o ambrosiano, e os de algumas ordens religiosas, além do rito tridentino. Mas eles não estão vinculados a Igrejas autônomas “sui juris“, sendo diferentes ritos dentro da mesma tradição latina da Igreja Católica. Quanto aos ritos orientais, as diferenças são mais marcadas pela diversidade de tradições e há vínculos históricos entre os ritos e as Igrejas “sui juris” específicas que os adotam: são eles o alexandrino ou copta, o bizantino, o antioqueno ou siríaco ocidental, o caldeu ou siríaco oriental, o armênio e o maronita.
Mas quais são, afinal, as Igrejas “sui juris” que formam a Igreja Católica? Eis a impressionante lista:
DE RITO OCIDENTAL
Tradição litúrgica latina ou romana:
1.     Rito latino da Igreja Católica Apostólica Romana (sede em Roma)
DE RITOS ORIENTAIS
Tradição litúrgica alexandrina:
2.     Igreja Católica Copta (patriarcado; sede no Cairo, Egito)
3.     Igreja Católica Etíope (metropolitanato; sede em Adis Abeba, Etiópia)
4.     Igreja Católica Eritreia (metropolitanato; sede em Asmara, Eritreia)
Tradição litúrgica bizantina:
5.     Igreja Greco-Católica Melquita (patriarcado; sede em Damasco, Síria)
6.     Igreja Católica Bizantina Grega (eparquia; sede em Atenas, Grécia)
7.     Igreja Católica Bizantina Ítalo-Albanesa (eparquia; sede na Sicília, Itália)
8.     Igreja Greco-Católica Ucraniana (arcebispado maior; sede em Kiev, Ucrânia)
9.     Igreja Greco-Católica Bielorrussa (também chamada Católica Bizantina Bielorussa)
10. Igreja Greco-Católica Russa (sede em Novosibirsk, Rússia)
11. Igreja Greco-Católica Búlgara (eparquia; sede em Sófia, Bulgária)
12. Igreja Católica Bizantina Eslovaca (metropolitanato; sede em Prešov, Eslováquia)
13. Igreja Greco-Católica Húngara (metropolitanato; sede em Nyíregyháza, Hungria)
14. Igreja Católica Bizantina da Croácia e Sérvia (eparquia; sedes em Križevci, Croácia, e Ruski Krstur, Sérvia)
15. Igreja Greco-Católica Romena (arcebispado maior; sede em Blaj, Romênia)
16. Igreja Católica Bizantina Rutena (metropolitanato; sede em Pittsburgh, Estados Unidos)
17. Igreja Católica Bizantina Albanesa (eparquia; sede em Fier, Albânia)
18. Igreja Greco-Católica Macedônica (exarcado ou exarquia; sede em Escópia, Macedônia)
Tradição litúrgica armênia:
19. Igreja Católica Armênia (patriarcado; sede em Beirute, Líbano)
Tradição litúrgica maronita:
20. Igreja Maronita (patriarcado; sede em Bkerke, Líbano)
Tradição litúrgica antioquena ou siríaca ocidental:
21. Igreja Católica Siríaca (patriarcado; sede em Beirute, Líbano)
22. Igreja Católica Siro-Malancar (arcebispado maior; sede em Trivandrum, Índia)
 Tradição litúrgica caldeia ou siríaca oriental:
23. Igreja Católica Caldeia (patriarcado; sede em Bagdá, Iraque)
24. Igreja Católica Siro-Malabar (arcebispado maior; sede em Cochim, Índia)

Fonte: Aleteia

sábado, 6 de agosto de 2016

06 de agosto:
Santa Transfiguração do Nosso Senhor Jesus Crísto

No Oriente bizantino a festa do 6 de agosto, Santa Transfiguração de Nosso Senhor Deus e Salvador Jesus Cristo, reveste-se de uma solenidade toda especial. Essa festa é lembrada desde o século IV pelos santos Efrém, o Sírio e João Crisóstomo e, entre os hinos litúrgicos, até hoje ainda em uso entre os bizantinos ortodoxos e/ou católicos, muitos são de autoria de São Cosme de Maiúma e de São João Damasceno. já no dia anterior à festa se evidencia a importância do evento em que aparecem a beleza primordial da criação e o inteiro plano salvífico:
Kontákion da vigília (4º tom).
"Hoje, em vossa divina transfiguração, a inteira natureza humana brilha de divino resplendor e exclama com júbilo: O Senhor transfigura-se salvando todos os homens.
O tropário final da festa, bem como o kontákíon, são repetidos mais vezes até o dia 13 de agosto. Ei-los:
"Ó Cristo Deus, vos transfigurastes sobre a montanha, mostrando aos discípulos vossa glória, à medida que lhes era possível contemplá-la. Também sobre nós, pecadores, deixai brilhar vossa luz eterna, pelas orações da Mãe de Deus. ó Doador da luz, glória a vós!"
Kontákion (7º tom).
"Sobre o monte vos transfigurastes e os vossos discípulos, à medida que o podiam, viram a vossa glória, ó Cristo Deus, a fim de que quantos vos vissem crucificado, compreendessem que a vossa paixão era voluntária e proclamassem ao mundo que sois verdadeiramente o resplendor do Pai."
Com efeito, a narrativa evangélica, transmitida por Mateus, Marcos e Lucas, se encontra entre dois prenúncios da paixão de Cristo, e os três discípulos presentes ao evento da transfiguração são os mesmos que assistirão, embora de longe e sonolentos, à dolorosa oração de Jesus no Jardim das Oliveiras. Com freqüência no-lo lembram os textos litúrgicos bizantinos próprios do dia, como, por exemplo, este trecho das Vésperas:
"Antes da vossa crucificação, Senhor, o monte tornou-se parecido ao céu e uma nuvem encobriu-o como uma tenda; enquanto vos transfiguravas, o Pai vos testemunhou qual Filho. Estavam ali presentes Pedro, Tiago e João, os mesmos que estariam presentes contigo na hora da traição, para que, tendo contemplado as vossas maravilhas, não se perturbassem ao contemplar vossos sofrimentos. Concedei também a nós, por vossa misericórdia, contemplá-los na paz."
O ícone da Transfiguração encontra-se com freqüência, também porque é um tema que o iconógrafo deve privilegiar na sua atividade pictórica. Ele fica exposto, no meio da igreja, à veneração dos fiéis, desde a tarde do dia 5 de agosto até 13 do mesmo mês. O complexo pictórico resume bem o conjunto da festa conforme o esquema que nos foi transmitido por séculos. Ao centro domina a figura do Cristo em vestes brancas. Raios de luz se desprendem da sua pessoa e se espalham em todas as direções rumo à extremidade de um círculo, símbolo da verdade. Ele está no alto de um monte e aos lados, sobre dois picos rochosos, admiramos as figuras de Moisés e Elias, ligeiramente inclinados para o Salvador, com o qual conversam; representantes respectivamente da Lei e dos Profetas que têm, na pessoa do Salvador, o seu cumprimento. Embaixo, a cena é mais movimentada e apresenta figuras do Novo Testamento: os três discípulos escolhidos para subir ao monte estão em atitude de grande espanto. À direita (de quem olha), Pedro, de joelhos, com uma das mãos se apóia no chão e com a outra aponta para o divino fulgor que observa de esguelha. Tiago e João estão caídos no chão e cobrem os olhos ofuscados pela luminosa teofania. A fraqueza humana perante o evento excepcional, por contraste, ressalta a paz transcendente e a divina segurança de Jesus, centro de tudo.
A tradição oriental reconhece na Transfiguração uma nova manifestação trinitária após a ocorrida no batismo de Jesus, porque no Tabor "a voz do Pai dá testemunho, o Espírito ilumina e o Filho recebe e manifesta a palavra e a luz."
Existem outros temas sobre os quais os hinos litúrgicos dessa festa querem atrair a atenção dos fiéis: a "metamorfose" de Cristo "resplendor" do Pai; o prenúncio da Ressurreição de Jesus e nossa; a divinização da natureza humana, obscurecida em Adão e agora iluminada. Eis alguns desses temas hinográficos:
"Luz imutável da luz do Pai não gerado, ó Verbo, na vossa luz brilhante hoje no Tabor vimos a luz do Pai e a luz do Espírito que ilumina toda criatura." "Vinde, subamos à montanha do Senhor, à casa do nosso Deus, e veremos a glória da transfiguração, glória do Unigênito do Pai; na luz receberemos a luz e, elevados pelo Espírito, cantaremos nos séculos a Trindade consubstancial."
"Ó Cristo,vos revestistes do Adão inteiro, iluminastes a natureza outrora obscurecida e na metamorfose do vosso aspecto a divinizaste."
A teologia oriental insiste sobre a graça incriada, participação na luz que envolveu o Cristo no Tabor,
"graça deificante, emanação do Espírito Santo que vem a iluminar a Esposa para torná-la nupcialmente conforme ao Esposo,"
como escreve C. Andronikov, acrescentando:
"A Transfiguração, festa teleológica por excelência, nos permite aguardar a Páscoa e prever o porvir para além da parusia."
As origens dessa festa, no Oriente, talvez remontem à inauguração de uma basílica da Transfiguração no monte Tabor no IV século e possui antigos testemunhos.
A oração de São João Damasceno (século VIII), na Ode nona do seu Cânon para o dia 6 de agosto, é um convite que se estende até os nossos dias, para todos nós:

"Vinde, ó povos, segui-me; subamos à montanha santa, rumo ao céu. Fixemos espiritualmente a nossa morada na cidade do Deus vivente e contemplemos a divindade imaterial do Pai e do Espírito que, em vosso Filho único, resplandece." "ó Cristo, vós me atraístes e transformastes com o vosso divino amor; queimai, pois, os meus pecados na chama do fogo imaterial e enchei-me de vossas delícias, para que, exultante de alegria, possa glorificar, ó Deus de bondade, as vossas duas vindas."
O Ano Litúrgico Bizantino, Madre Maria Donadeo