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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Eleito o novo patriarca da Igreja Católica Melquita

 





Mensagem do Papa ao novo Patriarca da Igreja Greco-melquita

Beirute (RV) –  “Como sucessor de Pedro chamado por Jesus para conservar na unidade sua única Igreja, concedo-vos com grande alegria a Comunhão Eclesiástica solicitada, em conformidade com o Código dos Cânones das Igrejas Orientais”.
Com estas palavras o Papa Francisco parabenizou Sua Beatitude Youssef Absi, eleito pelo Sínodo reunido em Ain Taz, no Líbano, como novo Patriarca da Igreja Greco-melquita, concedendo a ele a “Ecclesiastica Communio”, segundo o can. 76 § 2 do Código dos Cânones das Igrejas Orientais.
Logo após ser eleito, de fato, em sinal de comunhão e obediência, o novo Patriarca envia ao Sumo Pontífice uma mensagem, onde pede que lhe  seja concedida a “Ecclesiastica Communio”.
“A eleição de Sua Beatitude – disse Francisco em sua mensagem - ocorre em uma situação delicada para a venerável Igreja greco-melquita e num momento em que muitas comunidades cristãs no Oriente Médio são chamadas a testemunhar em uma maneira especial de sua fé em Cristo morto e ressuscitado”.
“Neste momento particularmente difícil – enfatizou o Papa -  os pastores são chamados a expressar a comunhão, unidade, proximidade, solidariedade e transparência para o povo de Deus que sofre”.
Na mensagem o Pontífice assegurou ao recém eleito as suas orações, para que “Cristo, o Bom Pastor, o sustente no cumprimento da missão que vos é confiada e para o serviço que vos é pedido”.
O Santo Padre manifesta a certeza de que o novo Patriarca, “em harmonia fraterna com todos os Padres Sinodais, será, com toda sabedoria evangélica, não somente  ''Pater e Caput'' a serviço dos fiéis da Igreja Greco-melquita, mas também uma testemunha fiel e autêntica do Ressuscitado”.
“Confiando-vos à materna proteção da Santíssima Mãe de Deus – conclui a mensagem -  vos concedo a minha Bênção Apostólica, que faço extensiva aos bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas e todos os fiéis da Igreja Greco-melquita.
A eleição
O Sínodo dos Bispos da Igreja Greco-melquita, reunido em Ain Taz, Líbano, elegeu o novo Patriarca de Antioquia dos Greco-melquitas.
Trata-se de Dom Joseph Absi, da Sociedade dos Missionários de São Paulo, até então Arcebispo titular de Tarso dos Greco-melquitas, na Cúria Patriarcal de Damasco.
Sua Beatitude assumiu o nome de Youseff Absi. Ele substituiu a Gregorio II Laham, que apresentou sua renúncia em maio.
Curriculum vitae
Nascido em Damasco em 20 de junho de 1946, entrou para a Sociedade dos Missionários de São Paulo, onde foi ordenado sacerdote em 6 de maio de 1973.
Após ter concluído os estudos de Filosofia e Teologia no Seminário Maior de São Paulo em Harissa, Líbano, diplomou-se em Filosofia na Universidade Libanesa, em Teologia no Instituto São Paulo, em Harissa e por fim obteve o Doutorado em Ciências Musicais e Hinografia bizantina na Universidade Santo Espírito de Kaslik, no Líbano.
Foi professor de Filosofia no Instituto São Paulo, de grego e de musicologia na Universidade Santo Espírito de Kaslik. Também exerceu o cargo de Superior Geral de seu Instituto religioso de proveniência.
Desde 15 de julho de 2001 é Arcebispo titular de Tarso dos Greco-melquitas, junto à Cúria Patriarcal de Damasco.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Renúncia do nosso Patriarca Gregório III Laham


O Papa Francisco aceitou a renúncia ao governo pastoral da Igreja greco-melquita apresentada por sua Beatitude Gregório III Laham, Patriarca de Antioquia dos Greco-Melquitas. Segundo as normas do direito canônico, o administrador da Igreja Greco-Melquita, até a eleição do Patriarca, é Dom Jean-Clément Jeanbart, arcebispo de Aleppo dos Greco-Melquitas, bispo mais ancião por ordenação do Sínodo permanente.
Numa carta ao Patriarca Gregório III Laham, o Papa Francisco o define “servidor zeloso do Povo de Deus” e reconhece seu grande empenho em favor da paz na Síria, martirizada pela guerra.
O Papa conclui sua carta endereçada também a todos os bispos da Igreja greco-melquita assegurando sua Bênção Apostólica “como sinal de graça e de encorajamento para o futuro da comunhão do testemunho do Evangelho”.

O Patriarca Gregório III Laham, 85 anos, nasceu em Daraya, na Síria, na eparquia de Damasco. Esteve à frente do Patriarcado de Antioquia dos Greco-Melquitas durante 17 anos. Fora eleito em novembro do ano 2000 pelo Sínodo dos Bispos greco-melquitas, recebendo a “comunhão eclesiástica” de São João Paulo II. Nestes anos de guerra na Síria Gregório III Laham empenhou-se com todas as suas forças em favor da paz e a reconciliação em sua terra natal

quinta-feira, 20 de abril de 2017

São Jorge, Megalomártir
23 de abril
 

 OS PREPARATIVOS...A FESTA VOLTANDO PARA A RUA.





 Delicadeza do nosso secretário Breno...4.000 ícones com pedaços dos mantos de São Jorge foram distribuídos.





 PÃO DISTRIBUÍDO PELA QUERIDA MARIE HALLACK E FILHOS  (JORGE)



 
 
 

 





PARA RECEBER O ARCEBISPO LOCAL UMA BANDA O ESPERAVA
 
 NA ENTRADA DA IGREJA DOM GIL FOI RECEBIDO PELO ARQUIMANDRITA JOÃO




 O CORAL BENEDICTUS CANTOU DURANTE A SANTA MISSA PRESIDIDA PELO ARCEBISPO

 

 

 
 
 
 




 

 

 
 
 



 PADRE ANTÔNIO CAMILO, DIRETOR DA RÁDIO CATEDRAL 




 
 

 




 PADRE CÁSSIO


 

 

 

 
MISSAS
 08:00-Arquimandrita João
10:00- Dom Gil Antônio 
Arcebispo de Juiz de Fora
12:00- Padre Antônio Camilo
15:00- Padre Cássio
19:00- Arquimandrita João

São Jorge, megalomártir, era filho de pais nobres e ricos, e foi educado dentro dos preceitos da fé cristã. Ele nasceu na cidade de Beirute (antiga Berit), perto das montanhas de Líbano.
Ele entrou para o exército e se destacava entre os outros militares por seus conhecimentos, sua coragem, sua força física, seu porte e sua beleza. Ele rapidamente avançou para o posto de comandante de mil soldados e se tornou favorito do imperador Diocleciano. Diocleciano foi um hábil governador, mas ele era um defensor fanático de paganismo romano. A sua meta era ressuscitar o paganismo no Império Romano que já estava ultrapassado e por isso entrou na história como um dos mais cruéis perseguidores do cristianismo.
Uma vez, são Jorge ouviu no tribunal uma sentença desumana sobre a perseguição dos cristãos e ficou tomado por compaixão por eles. Ele já estava prevendo que ele também seria martirizado e por isso distribuiu todos os seus bens entre os pobres, libertou todos os seus escravos, e chegando ao Diocleciano, lhe anunciou que ele também é um cristão e começou a culpá-lo pelas atrocidades e injustiça. O discurso de Jorge era repleto de argumentos fortes e persuasivos contra as perseguições dos cristãos.
Após muitas tentativas de convencer Jorge a renunciar a Cristo, o imperador mandou tortura-lo. São Jorge foi jogado na prisão, onde deitado, teve os pés acorrentados e no peito lhe foi colocada uma enorme pedra, muito pesada. Mas são Jorge agüentava tudo com grande coragem, louvando a Deus. Daí os torturadores começaram a aumentar as torturas, batendo-o, quebrando-o numa roda gigante, jogando-o na cal virgem, obrigando-o a correr usando botas com pregos aguçados por dentro. O mártir agüentava tudo com grande paciência. No final das contas, o imperador mandou decapita-lo. Assim, este santo mártir morreu na Nicomedia, no ano de 303.

Por sua coragem e por sua vitória espiritual sobre os torturadores, e também pela sua ajuda aos que se encontram em dificuldades, o grão mártir Jorge é ainda chamado de Vencedor. As relíquias de são Jorge foram trazidas para a cidade palestina Lida e se encontram na igreja, que leva o seu nome — a Igreja de São Jorge. A sua cabeça se encontra em Roma, também numa igreja consagrada a ele.
Muitos ícones mostram o são Jorge sentado num cavalo branco e com uma lança na mão, vencendo um dragão. Esta imagem se deve a uma tradição, baseada nos milagres póstumos do santo. Dizem, que perto da cidade natal de são Jorge, Beirute, num lago vivia um dragão, que devorava as pessoas daquela localidade. Não sabemos hoje, que animal era este dragão — uma jibóia, um crocodilo, ou um enorme lagarto.

Os habitantes supersticiosos começaram a regularmente fornecer ao dragão um moço ou uma virgem, para aplacar a sua fúria. E chegou a vez da filha do governador daquela província. Os habitantes levaram a pobre moça até o lago amarrando-a lá, onde ela, apavorada, esperava pela aparição da fera.
Quando a fera começou a se aproximar à virgem, de repente apareceu um cavaleiro montado num cavalo branco, matou o dragão com uma laça e assim salvou a moça. Este cavaleiro era o são Jorge, megalomártir. Assim, com esta aparição milagrosa ele interrompeu a matança de todos os moços e moças nos arredores de Beirute e converteu ao cristianismo os moradores daquele país, que até então eram pagãos.
Podemos supor, que a aparição do são Jorge montado num cavalo para a salvação dos moradores do dragão, bem como o caso com o camponês, cujo único boi ele ressuscitou, casos estes narrados na hagiografia dele, contribuíram para que seja considerado protetor dos rebanhos e defensor dos que estão ameaçados por feras.
Na Rússia, antes da revolução, os camponeses levaram pela primeira vez, depois do inverno rigoroso, os seus rebanhos para o pasto no dia do são Jorge, mas não antes de rezar uma missa para o santo com aspersão com água benta das casas e dos rebanhos. Este dia também é chamado "Dia de Jorge," pois neste dia, antes do século XVI, os camponeses puderam passar de um fazendeiro para outro.
São Jorge é também protetor dos militares. A imagem do são Jorge encima de um cavalo simboliza a vitória sobre o diabo — "a antiga serpente" (Apocalipse 12:3, 20:2), e foi incluído no brasão da cidade de Moscou.

Tropário
Sendo o libertador dos prisioneiros e defensor dos pobres, médico dos doentes, vencedor dos reis, são Jorge, megalomártir vitorioso, interceda por nós perante Cristo Deus para que se salvem as nossas almas.
Bispo Alexandre Mileant
Traduzido por Tatiana
Zyromsky Folheto Missionário número PA2

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